Eu não aguento mais recomeçar!

7 de novembro de 2010 1 comentário

Pra variar.

Bom, vocês viram a estratégia da última vez. Ver os filmes do Rocky antes de sair de casa era motivante, mas esbarrava em um único probleminha que se revelou fatal.

Só existem 6 filmes, né.

Some isso à minha empolgação (que me fez assistir mais de um filme por dia) e pronto: todo o meu plano de treino foi por água abaixo.

Porém, nem tudo é tão ruim assim. Dia 15 de novembro eu completo 2 meses da nova atividade física predominante aqui de casa (que tomou o lugar de ficar deitado no sofá fazendo nada): O BOXE.

É isso aí. Seu gordinho favorito agora paga pra apanhar na academia. Mas tá sendo muito divertido. E apesar do boxe não ser o foco desse blog, ele continua sendo meu; isso significa que eu vou falar de boxe vez ou outra aqui e vocês não poem reclamar. (tá? :( )

Recentemente, meu pai começou a correr pelo aterro. Como eu já tava fazendo boxe, nem tava empolgado pra correr, mas ele insistiu tanto que eu acabei indo. Puxa, tinha esquecido como isso é legal. Primeiro porque isso me faz voltar a acordar cedo. Segundo porque é divertido! A parte mais legal é que meu pai tá super empolgado: já nos inscrevemos no circuito adidas de verão, ele comprou um tênis pra correr, tamo de olho numas mochilas camelback…

E é pensando no Circuito Adidas de Verão (a única corrida que eu consigo me inscrever, é incrível) que vamos tentar correr todos os dias. É um mês para melhorar nosso tempo (que hoje bateu na casa de 32’25” pra mim e 34’30” pra ele) e a forma física, né.

Já é o nosso segundo dia de corrida: ontem tava um frio esquisito, hoje tava um sol de rachar. Apesar disso, conseguimos melhorar bastante nossos tempos, o que nos deixou bastante empolgados. Será que a gente consegue bons tempos?! Eu queria chegar a 28 minutos, mas tá complicado. Mas tenho um mês ainda pra melhorar, então to otimista! :)

Ahh, outra novidade: baixei um aplicativo muito maneiro de iphone. Ele me diz, durante a corrida, como tá sendo meu desempenho (velocidade, km percorridos, calorias perdidas, etc). Tudo muito bem feito, com atualizações a cada 5 minutos pra você saber como tá indo. Muito legal, recomendo.

Beijos a todos, até amanhã =)

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Rapidinho

16 de setembro de 2010 Deixe um comentário

Tinha parado de correr por um milhão de motivos (entre eles, a preguiça). Mas recentemente, desenvolvi uma nova estratégia pra voltar a correr regularmente.

Como estou acordando cedo de novo, todo dia de manhã assisto um dos filmes da série Rocky Balboa. Vale a pena tentar, se você é um gordinho preguiçoso como eu! Assistir esses filmes dá uma vontade absurda de sair correndo por aí.

(o problema é que invariavalmente você vai ficar socando o ar durante a corrida e parecendo um retardado. Mas tudo bem).

Então, né: (re)(re)(re)(re)(re)comecei a correr anteontem. Fiz um tempo FRAQUÍSSIMO pra cima de 37 minutos. Ontem, um dia depois, já fiz um tempo 1 minuto mais rápido, o que me deu uma animada. E muitas dores no joelho/pernas.

Dito isto, agora eu vou lá. Gonna fly now :)

Beijos!

PS: Parei de beber refrigerante! Pela décima sexta vez na minha vida, acho. Tem que ver isso aí.

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Update Rápido!

Como prometido, ontem (domingo) fui andar de bicicleta depois do almoço.

Andei pouquinho. Tava rolando um jogo de futebol americano lá em Botafogo, aí eu e meu primo (@kinhu_u) não resistimos. Ficamos lá até o final, hehehe. Quando acabou, já tava escuro, aí voltamos pedalando forte pra casa! (pelo menos isso!)

Hoje eu pretendia correr, mas o dia já começou exaustivo e não há tempo! Não há tempo! Estamos atrasados!

Beijos a todos, e até amanhã!

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Só a título de curiosidade.

Esse é o gráfico do meu blog dos últimos 30 (30? não sei precisar) dias.

Clique na imagem para ampliar

Obrigado a todos os envolvidos. =)

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Okey, okey.

4 de julho de 2010 1 comentário

Okey, okey.

Depois do momento “Quero ser jornalista esportivo” abaixo, e as incríveis 500 (!!!) visualizações do texto “Loucura”, esse blog volta a sua (lenta) programação normal.

Espero que os meus não existentes leitores que buscam saber mais sobre a minha vida corrida perdoem o pequeno desvio de foco desse blog. O texto tava tão legal e eu não tinha um local ideal para hospedá-lo, então teve que ser aqui mesmo.

Mas, afinal, é um texto que fala sobre esporte. E esse blog é um blog sobre esportes em geral. Então, se bobear, é capaz de aparecerem outros lapsos de jornalismo esportivo por aqui. Espero que esteja todo mundo ok quanto a isso.

Agora voltando a falar da minha vida:

Bom, ultimamente eu tenho me exercitado muito mais. Nada ainda comparável ao começo do ano, de férias, sem compromisso, quando eu corria praticamente todos os dias. Mas ja é um começo.

Tenho andado muito de bicicleta, hábito readquirido por causa do conserto da bicicleta do meu irmão mais velho. Não que eu ande nela, mas o meu primo sim. E todo mundo sabe que correr de bike é mais divertido quando você tem companhia.

Mas foi sozinho que, em um desses dias que eu faço o doido, fui novamente até o final do Leblon. Assim, de brincadeirinha. Vou botar o mapinha aqui pra vocês:

Clique na imagem para ampliar

Contando ida e volta, foram quase 30 km de bicicleta, com só uma parada (o que constitui um avanço em comparação com a última vez que inventei de fazer isso: foram 5 paradas).

Tiveram mais alguns dias que eu andei de bike – olha só, minha memória é horrível. Mas nos últimos dois domingos + uns dois dias eu posso garantir que subi na magrela).

Falando do que interessa agora: CORRIDA.

Corri bem menos do que andei de bike. Três vezes apenas. Mas foram recentes.

Na primeira vez, corri 3 km em 18′ no aterro, só pra tentar recuperar o ritmo. Ontem, na sexta feira, corri 4 km em 26′ no aterro um pouco antes do jogo do Brasil (falando nisso, que zica hein!?). E hoje, contrariando todas as expectativas, corri 5 km em 32’30”. Mas hoje eu não caminhei durante nenhum segundo, o que me deixou especialmente feliz.

Claro que essa evolução em escala BIZARRA tem explicação. Os 3 km eu corri sem água, o que consegue derrubar qualquer um. Os 4km eu corri durante o dia, mas já com a garrafinha de água, mas sem ter me alimentado antes de sair de casa. E hoje, o dia em que corri 5km, eu já havia comido, corri durante a noite e com a minha garrafinha de água.

O tempo pode não ter sido um explendor, mas fiquei empolgado.

Amanhã é domingo, dia de aterro fechado. Apesar dos milhares de trabalhos/projetos que eu tenho que terminar, espero andar de bicicleta de manhã pra relaxar e depois dar uma corrida.

Um beijo a todos, e até amanhã (se deus quiser né, porque tá difícil de atualizar isso aqui)

PS: Como é ruim saber que não terei um zigualhão de views de novo :(

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Loucura

2 de julho de 2010 5 comentários

Frequentemente, recorremos ao clichê clássico dos “Deuses do Futebol” para tentar explicar o inexplicável. Mitologia criada por sabe-se lá quem, em sabe-se lá quando, esses seres sempre foram os creditados por uma magia inerente ao futebol.

Mas hoje tivemos uma prova irrefutável da sua existência e de seu sarcasmo quase pueril.

Loco Abreu nunca foi um craque inquestionável. Excepcional com a cabeça e um tanto quanto desengonçado com os pés, o jogador de 1,93 rodou o mundo por diversos times, sem nunca fixar raízes em nenhum por muito tempo.

Ele é, e isso sim é incontestável, um dos maiores artilheiros da tradicional seleção celeste. Infelizmente, artilheiro de uma seleção uruguaia que não se classificava para as quartas de final desde 1990.

Um currículo bem modesto. Afinal, o que diferencia Loco Abreu dos demais?

Loco joga como quem brinca, como criança. Arrisque-se quem quiser a dizer qual é a grande diferença entre Campeonato Carioca, Copa do Mundo ou uma pelada num campinho de terra batida. Vos respondo: Nenhuma. É tudo o estado mais puro do futebol.

Alguns podem até não gostar; achar que é sinal de irresponsabilidade, descompromisso, loucura. Preferir “comprometimento”, “coerência” e “patriotismo”. Mas eles, os senhores do futebol, essas debochadas forças que desafiam nossa imaginação e povoam o folclore futebolístico, deleitam-se de maneira singular com quem se permite ser moleque.

Volto a desafiá-los com uma pergunta: alguém aí consegue explicar um jogo que vai para a prorrogação, termina com uma defesa espetacular de um atacante e uma bola no travessão em um pênalti no último segundo de jogo?

Quem se atreve a tentar explicar a sucessão de acontecimentos, desde o empate até o pênalti perdido pelo jogador uruguaio, tudo caminhando para que ele, o bobo Loco Abreu, tivesse a responsabilidade de bater o pênalti decisivo?

Destino.

E enquanto a bola subia lentamente e os jogadores de Gana olhavam para o juiz como quem pergunta “Isso vale?”, uma risada ecoava, sem deboche, pelo mundo inteiro.

Pois saibam todos que, na gargalhada de Loco Abreu, ouviam-se os ecos das risadas dos Deuses do Futebol. Essas figuras tão míticas e misteriosas, que riam de nós e de todos os nossos especialistas com seu “desentendimento entendido” desse esporte sensacional.

Viva essa loucura! Que venha uma nova era no futebol, cheia de riso e loucura.

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Bom dia :)

Olá a todos!

Primeiro, os updates:

1 – Não corri sábado. Primeiro porque sábado é dia de descansar. Segundo porque na sexta, depois de correr, eu tomei um banho, fui pra aula, vi a @lisboarossi () e depois aiiiinda fui trabalhar. Como eu tinha acordado na quinta às 16:40, já estava há 30 horas acordado quando cheguei em casa as 22:00. Sem condições de acordar cedo pra correr né?

2 – Hoje eu corri :) . Pra compensar meu sono absurdo que me impediu de dar uma corrida sábado, corri hoje, no domingo.

O percurso de hoje. (O caminho da minha casa tá marcado, mas o percurso só conta entre os dois pinos!)

É inacreditável como o amanhecer no Rio de Janeiro é lindo. O reflexo do sol na Marina é lindo demais, e é um privilégio de alguns velhotes e umas gorduchas e seus personals. Como meu celular tá uma bosta e eu não corro de câmera, fica na imaginação de vocês.

Além do belo amanhecer, o dia acordou frio pra cacete. É frescura de carioca que não suporta ver o termômetro cair para baixo dos 20º C, mas eu nem ligo. Peguei meu casaco (minha nova mania do momento é correr com meu casaco verde da UFOP) e uma calça de tactel e parti aterro.

Como na sexta, corri 3 km. 1,5 indo e 1,5 voltando. Eu não gosto muito de correr assim, porque você acaba vendo tudo que já viu de novo ( e isso explica minha mania de andar sempre em frente e no final ter que voltar 1 milhão de km), mas não tenho condições de ficar correndo 3 km e pegando ônibus no pra voltar. É ridículo, né?

Mas hoje voltei da corrida muito frustrado.  Fui razoavelmente melhor do que sexta, mas fiquei frustrado. E vocês vão entender o porque, agora.

(Senta que lá vem história)

Eu setei o sports timer do meu mp3 (que chique) pra 18 minutos, prevendo um pacing de 6m/km.

A grande diferença de hoje pra sexta foi que eu tentei controlar um pouco mais a corrida. Na sexta, com meio quilometro eu comecei a dar aquela caminhada rápida, já quase botando o cérebro pra fora. Hoje, comecei num ritmo mais lento do que o da última corrida. Não queria cansar rápido. Embora tenha perdido um pouco da explosão, consegui chegar a 1 km relativamente mais rápido. Continuei correndo e pus na cabeça de que só começaria a andar com 1,5 km.

Dito e feito. Com 1,5 (e já começando a sentir os efeitos da falta de preparo), tirei o casaco e comecei a andar.

Aliás, essa foi uma das partes boas que eu pude tirar do treino de hoje: de todo o percurso (3km) só andei 10% (300 metros). Um bom avanço!

Chão vai, chão vem, e eu já estava exausto. No final da corrida,  reparei que o meu tempo tava se esgotando (o que, confesso, me espantou um pouco. Na minha cabeça eu tava muito melhor do que na sexta feira, justamente por ter andado pouco e corrido num ritmo legal). Faltando 2:30 eu comecei a correr num ritmo bem mais forte. BEM mais forte.

(Vale ressaltar da tentativa do meu mp3 de me sabotar. O shuffle dele tava de sacanagem, botando só músicas lentas e despreocupadas com a vida… Sem motivação complica, né?)

Mas mesmo assim, com o mp3 na mão e trocando de música a cada 1 segundo, continuei correndo no ritmo mais intenso de toda a corrida. Quando faltavam 10 segundos, eu já quase podia ver a última marca no chão, o sinal de que minha corrida (e meu sofrimento) estavam pra acabar. Comecei a correr alucinadamente… Acho que foram poucas as vezes que eu corri tanto assim. Praticamente fechando os olhos, o vento frio cortando o meu rosto que nem navalha, os joelhos rangendo, os músculos das pernas estirando… E a marquinha alí, tão próxima.. Tudo já estava doendo, comecei a grunhir enquanto corria, os músculos do rosto se contraíram, faltavam poucos metros agora…

Silêncio.

O mp3 parou de tocar a música. Meu tempo tinha acabado.

4 segundos depois eu pisei na marca de “300″, que marca minha linha de chegada.

Quatro. Segundos.

To muito frustrado.

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